Saúde

VEJA: merendeira fica entre a vida e a morte após agressão na Ponta Negra

Uma merendeira da rede estadual de ensino, identificada como Glenda Marques de Azevedo, de 46 anos, está internada em estado grave no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, em Manaus, após ser agredida nas proximidades de uma drogaria no bairro Ponta Negra, zona oeste da capital. Segundo familiares, a mulher sofreu ferimentos graves, perdeu o baço e precisou passar por várias cirurgias.

De acordo com relatos da família, Glenda estava afastada do trabalho por questões de saúde e recebia cuidados dos parentes. Ela foi encontrada ferida após um episódio ocorrido nas proximidades do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em frente ao condomínio Reserva Inglesa.

A irmã da vítima, Neurilene Azevedo, contou que a família soube da internação após receber uma ligação do serviço social do hospital. Glenda estava sem documentos quando foi socorrida, o que dificultou sua identificação inicial.

Ao chegar à unidade de saúde, os familiares encontraram a mulher já submetida a uma cirurgia e em estado delicado. Segundo Neurilene, a vítima permaneceu inicialmente com a consciência comprometida e precisou de novos procedimentos médicos.

Quando apresentou melhora, Glenda relatou à família que havia procurado a drogaria por causa de dores de cabeça e de dente e para pedir ajuda. Conforme o relato, após ser impedida de entrar no estabelecimento, ela teria jogado pequenas pedras contra a porta. Em seguida, um homem teria saído do local e a agredido com um objeto semelhante a um pedaço de madeira.

A sobrinha da vítima, Luana Barros, afirmou que a família quer identificar o responsável pela agressão. Ela também questionou a intensidade da violência relatada e disse que a polícia deveria ter sido acionada caso houvesse algum problema com a conduta da mulher.

Família solicita imagens de câmeras de segurança
Segundo Neurilene, a família procurou a administração da drogaria para solicitar as imagens das câmeras de segurança que poderiam ter registrado o episódio. Inicialmente, conforme a irmã da vítima, houve a promessa de disponibilização do material, mas posteriormente ela foi informada de que as imagens não seriam entregues diretamente à família.

Diante da situação, Neurilene registrou um boletim de ocorrência e procurou os órgãos responsáveis para obter autorização judicial para acessar as gravações. Segundo ela, a solicitação das imagens foi encaminhada à drogaria por meio da polícia.

A familiar relatou ainda que representantes do estabelecimento estiveram no hospital e afirmaram que o agressor seria um cliente, e não um funcionário. A família, no entanto, cobra acesso às gravações para esclarecer o que aconteceu e identificar o responsável.

Até o momento, com base nas informações disponíveis, não há confirmação independente sobre a identidade do agressor nem sobre o vínculo dele com a drogaria.

Polícia investiga o caso
O caso foi registrado e está sob investigação da Polícia Civil. Segundo as informações apresentadas pela família, o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) foi acionado e solicitou as imagens de segurança para auxiliar na apuração.

A investigação deverá esclarecer as circunstâncias da agressão, identificar o autor e verificar a participação de possíveis envolvidos. A responsabilidade pelo crime deverá ser estabelecida a partir das provas reunidas durante o procedimento policial.

A família de Glenda pede que o caso seja esclarecido e que o responsável seja identificado. Enquanto isso, a mulher permanece internada, recebendo atendimento médico.

Veja vídeo:


Fonte: Saúde — Imediato

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