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Venda de cimento no Brasil cresce em julho, diz Snic

A venda de cimento no Brasil cresceu 2,5% em julho de 2026, totalizando 6,2 milhões de toneladas, conforme dados do Snic.

Nos primeiros sete meses de 2026, o setor acumulou vendas de 39 milhões de toneladas, com aumento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2025.

O Nordeste destacou-se com crescimento de 8,4% nas vendas, enquanto o Sul registrou queda de 1,9% devido a fortes chuvas.

SÃO PAULO, 6 Ago (Reuters) – A comercialização de cimento no Brasil no mês passado cresceu 2,5% sobre julho de 2025, para 6,2 milhões de toneladas, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic).

Com isso, o setor acumulou nos primeiros sete meses de 2026 vendas de 39 milhões de toneladas, aumento de 2,3% sobre o mesmo período de 2025.

"A resiliência das vendas setoriais apoia-se nos indicadores positivos do mercado de trabalho, com renovações de recordes no número de pessoal ocupado e na queda da informalidade. Contudo, esse dinamismo esbarra no alto endividamento das famílias e em um horizonte de juros e inflação ainda pressionados", disse o presidente do Snic, Paulo Camillo Penna, em comunicado à imprensa.

O despacho por dia útil, que somou 249,3 mil toneladas, apresentou aumento de 2,4% sobre julho do ano passado e redução de 1,7% ante junho.

Na avaliação de desempenho das regiões do país em julho, as regiões Norte e Nordeste mantiveram o crescimento expressivo, enquanto as demais regiões apresentaram estabilidade nas vendas, à exceção do Sul do Brasil, em razão das fortes chuvas, afirmou o Snic.

As vendas do Sudeste subiram 0,6% sobre um ano antes, para 2,8 milhões de toneladas. No Nordeste, onde o consumo de cimento tem passado por forte crescimento em meio a incentivos governamentais em moradia e infraestrutura, a comercialização de cimento cresceu 8,4%, disse o Snic, para 1,4 milhão de toneladas. No Centro-Oeste e Norte, as vendas do material cresceram 1,2% e 11,7%, respectivamente, no mês passado. O Sul mostrou baixa de 1,9%.

(Por Alberto Alerigi Jr. Edição de Pedro Fonseca)


Fonte: Portal do Holanda

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