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Técnico da Colômbia lamenta não ter achado o gol que precisava após derrota nos pênaltis para a Suíça

O técnico da Colômbia, Néstor Lorenzo, lamentou a falta de gols após a derrota nos pênaltis por 4 x 3 para a Suíça nas oitavas da Copa do Mundo.

Lorenzo destacou que a equipe teve 15 finalizações, mas não conseguiu marcar, o que resultou na eliminação.

O treinador defendeu suas substituições, citando o cansaço e o risco de cartões como fatores para preservar os jogadores.

VANCOUVER, Canadá, 7 de julho (Reuters) – O técnico da Colômbia, Néstor Lorenzo, afirmou que sua seleção pagou o preço por não ter conseguido transformar a pressão em gols, após a derrota nos pênaltis por 4 x 3 para a Suíça nas oitavas de final da Copa do Mundo, ao fim de um empate tenso e sem gols com bola rolando.

Em uma entrevista coletiva que durou pouco mais de três minutos, Lorenzo disse que a Colômbia fez o suficiente ao longo dos 120 minutos, contando a prorrogação, para merecer um resultado melhor em uma partida que ele descreveu como acirrada, tática e equilibrada.

“O que nos faltou, sem dúvida, foi marcar um gol”, disse Lorenzo aos repórteres.

“Sabíamos que seria uma partida muito fechada, muito tática, muito equilibrada. Mesmo assim, acho que merecíamos um pouco mais nos 90 minutos, pelas intenções que tivemos e os chutes que demos.”

Lorenzo disse que a partida perdeu ritmo à medida que avançou, com as duas equipes ficando cansadas antes do impasse chegar aos pênaltis.

O técnico da Colômbia também defendeu sua decisão de substituir o atacante Jhon Arias, dizendo que a mudança foi motivada pelo cansaço e pelo risco de um segundo cartão amarelo. Ele havia recebido uma advertência na vitória sobre Gana nos 16 avos de final e poderia ter perdido um possível confronto de quartas de final.

Lorenzo também tirou Luis Suárez no final do jogo. O atacante havia recebido um cartão amarelo aos 15 minutos do segundo tempo.

“Tínhamos medo de que pudéssemos ficar com um jogador a menos. E com menos energia também”, disse.

“Tivemos 15 finalizações. Isso é muito, e quando não se marca, você paga por isso. Não há nada a se reprovar. Às vezes a bola entra e às vezes não.”

(Reportagem de Fernando Kallas)


Fonte: Portal do Holanda

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