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Taxas longas têm baixas firmes sob influência de eleição e Treasuries

As taxas dos DIs fecharam em baixa, especialmente os contratos de longo prazo, influenciadas pela liderança de Flávio Bolsonaro sobre Lula nas eleições.

A taxa do DI para janeiro de 2028 caiu para 12,54%, enquanto a de janeiro de 2035 recuou para 12,6%, refletindo a expectativa de controle fiscal.

Investidores aguardam nova pesquisa do Datafolha, após levantamento indicar Flávio com 53% dos votos válidos contra 47% de Lula, com margem de erro de 1,8 ponto percentual.

SÃO PAULO, 8 Out (Reuters) – As taxas dos DIs fecharam a quinta-feira com baixas, em especial entre os contratos de longo prazo, ainda refletindo a liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pelo Planalto.

A queda dos rendimentos dos Treasuries, que mais cedo exibiam altas, também justificou a retração das taxas futuras no Brasil.

No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 12,54%, com baixa de 5 pontos-base ante o ajuste de 12,593% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 12,6%, com recuo de 18 pontos-base ante 12,779%.

Desde domingo, com o resultado do primeiro turno, a taxa do DI para janeiro de 2035 acumulou queda de 153 pontos-base, em meio à avaliação de que Flávio é o favorito na disputa com Lula.


Fonte: Portal do Holanda

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