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Taxas dos DIs fecham em alta em dia com IPCA, ata do Copom e pesquisa eleitoral

As taxas dos DIs fecharam em alta, com a taxa para janeiro de 2028 em 13,905% e a de janeiro de 2035 em 14,530%.

O IPCA de julho apresentou variação de 0,07%, superando a expectativa de 0,03%, acumulando alta de 4,44% em 12 meses.

A pesquisa CNT/MDA indica que Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial com 48% das intenções de voto no segundo turno.

11 Ago (Reuters) – As taxas dos DIs fecharam a terça-feira em alta, com os investidores reagindo aos dados de inflação do IPCA, que ficou acima do esperado, e digerindo a ata da última reunião do Copom e números de uma nova pesquisa eleitoral sobre a disputa para a Presidência.

Na ata do Copom, o Banco Central fez alertas sobre eventual disseminação de efeitos indiretos de choques relacionados aos preços do petróleo e a efeitos climáticos, o que demandaria "reação firme" da política monetária, demonstrando também preocupação com uma inflação pressionada pela demanda em meio a medidas de estímulo adotadas pelo governo.

Pouco depois, o IBGE informou que o IPCA teve variação positiva de 0,07% em julho, contra expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,03%. Em 12 meses, o índice passou a acumular alta de 4,44%, ficando abaixo do teto da meta.

Já a pesquisa CNT/MDA mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue à frente na disputa pela presidência da República, com 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que soma 39,1%.

No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,905%, em alta de 8 pontos-base ante o ajuste de 13,825% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 14,530%, com alta de 2,4 pontos-base ante o ajuste de 14,506%.

No exterior, às 16h30, o rendimento do Treasury de dez anos — referência global para decisões de investimento — tinha variação de -0,26% (queda de 1,2 ponto-base), a 4,691%, ante 4,704% no pregão anterior.


Fonte: Portal do Holanda

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