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Surto da febre do Nilo Ocidental mata quatro pessoas na Macedônia do Norte

Quatro pessoas morreram da febre do Nilo Ocidental na Macedônia do Norte, entre 38 casos confirmados neste ano, conforme o Ministério da Saúde.

O vírus, transmitido por mosquitos, pode causar doenças graves em 1 a cada 150 infectados, segundo a Organização Mundial da Saúde.

A OMS alerta que temperaturas elevadas estão favorecendo a proliferação de mosquitos na Europa, aumentando os casos na Grécia e Itália neste verão.

19 Ago (Reuters) – Quatro pessoas morreram da febre do Nilo Ocidental entre as 38 que apresentaram resultado positivo para a doença até agora neste ano na Macedônia do Norte, sendo que três delas faleceram na semana passada, informou o Ministério da Saúde nesta quarta-feira.

O vírus, que se transmite principalmente às pessoas por meio de picadas de mosquito, pode causar uma doença grave e com risco de vida em cerca de uma em cada 150 pessoas infectadas, segundo a Organização Mundial da Saúde.

A constatação ocorre no momento em que a OMS alertou que as temperaturas mais altas estão proporcionando aos mosquitos mais tempo e território para espalhar o vírus pela Europa, com o número de casos aumentando na Grécia e na Itália neste verão.

O relatório do ministério indicou que 28 homens e 10 mulheres foram infectados, sendo que 33 deles tinham mais de 60 anos. Doze dos casos foram detectados na semana passada.

Todos os casos, a maioria dos quais ocorreu na região ao redor da capital Skopje, foram hospitalizados, de acordo com o relatório.

O número médio de pessoas infectadas pelo vírus do Nilo Ocidental no período de 2011 a 2025 foi inferior a uma por semana durante os meses mais quentes do verão, quando os mosquitos se proliferam, mostrou o relatório.

O ministério afirmou que intensificou os esforços para informar e proteger a população nas áreas afetadas pelo vírus e que está tomando medidas para controlar a propagação da população de mosquitos.

Na vizinha Sérvia, até seis pessoas foram registradas como infectadas neste ano, segundo a epidemiologista Dragana Plavsa, citada pelo semanário NIN.

(Reportagem de Daria Sito-Sucic em Sarajevo, com contribuição de Aleksandar Vasovic em Belgrado)


Fonte: Portal do Holanda

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