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Senado dos EUA dá os primeiros passos para sanções contra a Rússia após visita de Zelensky

O Senado dos EUA aprovou, por 86 a 12, um projeto de sanções contra a Rússia, visando penalizar países que compram petróleo e gás russos.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky participou da votação e destacou a importância das sanções como um sinal moral para a Ucrânia.

O acordo sobre a legislação foi anunciado por Lindsey Graham e Richard Blumenthal, antes da morte de Graham, que era o principal negociador do projeto.

O Senado dos Estados Unidos deu nesta terça-feira, 28, os primeiros passos rumo à aprovação de um amplo projeto de lei de sanções contra a Rússia, com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky no Capitólio. A Casa avançou com a legislação, que busca penalizar países que continuam comprando petróleo, gás e outras exportações russas, após mais de um ano de negociações.

A votação bipartidária, por 86 a 12, ocorreu horas depois do funeral do senador republicano Lindsey Graham, da Carolina do Sul, principal negociador do projeto. Zelensky, que estava em Washington para participar da cerimônia em homenagem a Graham, reuniu-se antes com senadores e disse que a Ucrânia está obtendo avanços na guerra contra a Rússia, mas ainda precisa de mais ajuda dos EUA.

Depois, Zelensky foi à galeria do Senado para acompanhar a votação, acenando em apoio aos senadores no plenário.

Na reunião, Zelensky disse que as sanções "são importantes como um sinal moral para um país que está exausto e cansado, embora esteja se sustentando", afirmou o senador republicano Todd Young, de Indiana, ao deixar o encontro.

Graham e o senador Richard Blumenthal, democrata de Connecticut, anunciaram um acordo com a Casa Branca sobre a legislação de sanções em 10 de julho, um dia antes da morte repentina de Graham. O republicano havia acabado de retornar de uma viagem à Ucrânia, onde se encontrou com Zelensky.

Blumenthal afirmou que o projeto ganhou impulso em parte porque a Ucrânia está virando o jogo na guerra, porque o texto foi negociado com cuidado e porque "há um sentimento em relação ao senador Graham".

"A presença de Zelensky também ajuda", disse Blumenthal, e "ver o rosto dele quando estava na galeria enquanto votávamos foi realmente um momento de alegria". Fonte:

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast


Fonte: Portal do Holanda

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