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Paramount oferece medidas corretivas para acordo com Warner, tornando provável aprovação da UE

A Paramount Skydance Corp apresentou medidas corretivas para a aquisição de US$ 110 bilhões da Warner Bros. Discovery, visando atender preocupações da União Europeia.

A Comissão Europeia prorrogou o prazo para decisão sobre o acordo, agora previsto para 22 de julho, para avaliar as propostas da Paramount.

O Departamento de Justiça dos EUA aprovou o negócio, mas a Paramount enfrenta resistência judicial em estados como Califórnia e Nova Iorque.

BRUXELAS, 1 Jul (Reuters) – A Paramount Skydance Corp ofereceu medidas corretivas para resolver as preocupações da União Europeia em matéria de concorrência relativas à sua aquisição de US$110 bilhões da Warner Bros. Discovery, conforme revelou um documento regulatório divulgado nesta quarta-feira, numa medida que, segundo uma fonte da Reuters na semana passada, provavelmente obterá a aprovação da Comissão Europeia para o negócio.

A Paramount afirmou estar "confiante de que esta medida corretiva aborda de forma direta e abrangente quaisquer preocupações expressas na avaliação preliminar da Comissão Europeia e apoia o caminho para a aprovação em tempo hábil".

A Comissão, que atua como responsável pela aplicação das normas de concorrência na UE, não forneceu detalhes sobre as medidas corretivas, em conformidade com a sua política.

Uma pessoa com conhecimento direto do assunto disse à Reuters na semana passada que a Paramount proporia o fim de sua joint venture de distribuição de filmes com a Universal Pictures para atenuar as preocupações antitruste manifestadas por exibidores de cinema europeus.

A Comissão prorrogou o prazo para sua decisão de 7 de julho para 22 de julho, a fim de ter tempo para avaliar a medida corretiva.

O Departamento de Justiça dos EUA aprovou o acordo, mas a Paramount pode enfrentar um obstáculo, já que a Califórnia, Nova Iorque e outros estados norte-americanos estão preparando uma ação judicial para bloqueá-lo, disseram fontes à Reuters.

O Reino Unido afirmou na terça-feira que poderá intervir no acordo devido ao potencial impacto nas notícias, na programação infantil e nos serviços de streaming.


Fonte: Portal do Holanda

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