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Para Alisson, não há vantagem em ser favorito na Copa do Mundo

Alisson Becker, goleiro da seleção brasileira, afirmou que o Brasil não é favorito na Copa do Mundo, mas se sente confiante nas chances da equipe.

O jogador, que está 100% apto após lesões, destacou que a pressão de ser favorito não garante sucesso e que o foco é o primeiro jogo.

O técnico Carlo Ancelotti, que comanda a seleção há quase um ano, tem promovido melhorias na defesa, crucial para o desempenho no torneio.

BASKING RIDGE, NOVA JERSEY, 11 Jun (Reuters) – O goleiro da seleção brasileira, Alisson Becker, disse nesta quinta-feira que seu país não está entre os favoritos para vencer a Copa do Mundo, mas acrescentou que não há vantagem em ser apontado como um deles e que continua confiante nas chances da sua equipe.

Alisson, do Liverpool, que sofreu uma série de lesões recorrentes recentemente, afirmou em uma entrevista coletiva no hotel da seleção brasileira em Nova Jersey que está 100% apto para disputar sua terceira Copa do Mundo.

Respondendo a uma pergunta sobre o status do Brasil, com outras seleções, como a França e a atual campeã Argentina, vistas como mais bem preparadas, o jogador de 33 anos disse que estar entre os favoritos “não é garantia para ninguém” e aumenta a pressão.

“O que realmente importa é a condição em que você se encontra no primeiro jogo. Estamos prontos”, disse, acrescentando que o ambiente tem sido bom após os problemas que o Brasil enfrentou durante as Eliminatórias Sul-Americanas.

A seleção se classificou em quinto lugar, atrás de Argentina, Equador, Colômbia e Uruguai, tendo contratado o italiano Carlo Ancelotti como técnico apenas antes das duas últimas partidas, nas quais venceu uma e perdeu outra.

“Este último ciclo foi difícil, sentimos isso profundamente. Mas tudo começou a melhorar quando Ancelotti chegou. Ele tem uma presença muito forte no grupo e nos dá tranquilidade para trabalhar”, disse Alisson.

Ancelotti está com os pentacampeões há quase um ano. Os resultados têm sido mistos, mas muitos confiam que sua liderança será fundamental para trazer a Copa do Mundo de volta ao país após 24 anos.

A primeira partida do Brasil será contra o Marrocos no sábado, no Met. Life Stadium, em Nova Jersey.

Alisson disse que Ancelotti, de 67 anos, tem se empenhado em melhorar a defesa da equipe, que tem enfrentado dificuldades com frequência.

“Alguns desses gols poderiam ter sido evitados. Estamos trabalhando nisso, porque a Copa do Mundo é um torneio curto. Sabemos que sempre teremos chances de marcar gols devido à qualidade da equipe”, disse.

Questionado se está animado para se juntar aos quatro goleiros brasileiros que disputaram três ou mais Copas do Mundo, Alisson afirmou que quer se juntar a outro grupo: o dos campeões.

(Reportagem de Marcelo Teixeira)


Fonte: Portal do Holanda

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