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Lucro da Usiminas salta para R$428 mi no 2º tri e supera estimativas

A Usiminas registrou lucro líquido de R$428,2 milhões no segundo trimestre de 2026, superando o lucro de R$127,6 milhões do ano anterior.

O Ebitda ajustado da siderúrgica alcançou R$761,3 milhões, um crescimento de 86%, acima da expectativa de R$686,93 milhões do mercado.

A empresa reduziu sua previsão de investimentos para 2026, agora entre R$1,2 bilhão e R$1,4 bilhão, e espera resultados estáveis na produção de aço.

30 Jul (Reuters) – A Usiminas anunciou nesta quinta-feira um lucro líquido de R$428,2 milhões no segundo trimestre de 2026, em comparação com lucro de R$127,6 milhões registrado no mesmo período um ano antes, conforme publicação ao mercado.

O lucro veio acima da previsão dos analistas de R$279,81 milhões segundo dados da LSEG.

A siderúrgica, que também atua no setor de mineração como produtora de minério de ferro, afirmou que a melhoria gradual da lucratividade reflete avanços industriais, gestão de custos e uma estratégia de diversificação de mercado.

A empresa entregou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$761,3 milhões, crescimento de 86% e acima das estimativas do mercado de R$686,93 milhões.

A receita líquida de R$6,13 bilhões ficou ligeiramente abaixo da previsão de R$6,18 bilhões e caiu 7% em relação a 2025.

As vendas de aço caíram 8%, para 989.000 toneladas métricas, enquanto as vendas de minério de ferro permaneceram praticamente estáveis em 2,47 milhões de toneladas.

Em outro comunicado, a empresa anunciou a redução da previsão de investimentos para 2026 para entre R$1,2 bilhão e R$1,4 bilhão em comparação com a previsão anterior na faixa de R$1,4 bilhão a R$1,6 bilhão.

A Usiminas disse que espera resultados estáveis na produção de aço no terceiro trimestre, com o aumento das vendas domésticas de aço e os aumentos de preços para clientes industriais ajudando a compensar os custos mais elevados.

A empresa também prevê volumes menores de vendas de minério de ferro no terceiro trimestre; enquanto os custos elevados de logística impulsionados pelo frete marítimo devem persistir.

(Por Gabriel Araujo e Michael Susin;Edição Tiago Brandão)


Fonte: Portal do Holanda

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