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Irã anuncia reabertura do Estreito de Ormuz após acordo de paz com os EUA

O Irã anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz em até 30 dias, como parte do acordo de paz com os Estados Unidos.

O acordo inclui um cessar-fogo de 60 dias, flexibilização de sanções e compromisso do Irã em não desenvolver armas nucleares.

Donald Trump celebrou a remoção do bloqueio naval e a retomada da circulação marítima, destacando a importância do comércio de petróleo global.

Foto- Gallo Images / Copernicus Sentinel 2017/ Orbital Horizon

O governo do Irã informou neste domingo (14) que o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte de petróleo no mundo, deverá ser reaberto em até 30 dias como parte do acordo de paz firmado com os Estados Unidos. A informação foi divulgada pela agência estatal iraniana Mehr e reforçada por declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, que celebrou o entendimento entre os dois países.

Segundo detalhes divulgados por autoridades iranianas e fontes ligadas ao governo dos Estados Unidos, o memorando prevê um cessar-fogo de 60 dias em diversas frentes de conflito no Oriente Médio, a reabertura gradual do estreito, a flexibilização de sanções econômicas contra Teerã e o compromisso iraniano de não desenvolver armas nucleares. O acordo também prevê a retirada do bloqueio naval norte-americano na região.

Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que autorizou a remoção imediata do bloqueio naval e comemorou a retomada da circulação marítima. “Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir”, escreveu o presidente dos EUA. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, também confirmou o entendimento e informou que a assinatura oficial do tratado está prevista para ocorrer nos próximos dias, na Suíça.

O anúncio marca uma mudança significativa após meses de tensão militar e troca de ataques entre os dois países. Apesar da confirmação do cessar-fogo, autoridades iranianas ressaltaram que as negociações para um acordo definitivo continuarão pelos próximos 60 dias. O entendimento é visto pela comunidade internacional como um passo importante para reduzir os riscos de instabilidade no Oriente Médio e garantir maior segurança ao comércio global de petróleo.


Fonte: Portal do Holanda

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