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EUA afirmam se opor à “coerção” chinesa após imposição de sanções a ministros de Belize e do Paraguai

O governo dos EUA, sob a administração de Donald Trump, condenou a "coerção e agressão" da China contra países que mantêm relações com Taiwan.

Após sanções impostas pela China a ministros de Belize e do Paraguai, o Departamento de Estado reafirmou o apoio dos EUA a Taiwan e seus aliados.

Pequim já havia adotado medidas semelhantes contra políticos ocidentais, enquanto Washington expressa preocupação com a influência chinesa na América Latina.

TAIPÉ, 13 Out (Reuters) – O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se opõe à “coerção e agressão” da China contra países que exercem seus direitos soberanos, afirmou o Departamento de Estado dos EUA, depois que Pequim impôs sanções a ministros de Belize e do Paraguai por causa de seus laços com Taiwan.

O Paraguai e Belize são dois dos apenas 12 países que mantêm relações diplomáticas formais com Taiwan. A China afirma que Taiwan é uma de suas províncias, sem direito de agir como um Estado — uma visão que o governo de Taipé rejeita veementemente.

As sanções são, em grande parte, simbólicas, pois os ministros dos aliados diplomáticos de Taiwan geralmente não viajam para a China. Pequim já havia imposto medidas semelhantes, principalmente a políticos ocidentais, por seu apoio a Taiwan, que é governado democraticamente.

“O governo Trump se opõe à coerção e à agressão da China contra países do nosso hemisfério por exercerem seus direitos soberanos”, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, em comunicado.


Fonte: Portal do Holanda

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