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Edge, da Compass, assina acordo com RS para terminal terrestre de GNL em Rio Grande

A Edge, da Compass, firmou um memorando com o governo do Rio Grande do Sul para instalar um terminal terrestre de gás natural liquefeito em Rio Grande.

O projeto pode gerar até R$1 bilhão em investimentos e visa aumentar a oferta de gás natural para indústrias no estado.

A instalação está sujeita à aprovação da "Final Investment Decision" da Compass e dos órgãos competentes, conforme comunicado da Edge.

24 Set (Reuters) – A Edge, empresa da Compass, planeja instalar um terminal terrestre de gás natural liquefeito (GNL) no município gaúcho de Rio Grande, conforme memorando de entendimento assinado com o governo do Rio Grande do Sul, anunciou a companhia nesta quinta-feira.

O projeto atuará de forma integrada com o Terminal de Regaseificação de São Paulo (TRSP), já operado pela Edge em Santos (SP), e poderá gerar até R$1 bilhão em investimentos no Rio Grande do Sul, de acordo com um comunicado à imprensa divulgado pela Edge.

A instalação ampliará a oferta de gás natural para grandes consumidores, como indústrias, no Rio Grande do Sul, que tem dificuldades para aumentar seu suprimento do insumo por meio de gasodutos como o Gasbol.

Em comunicado ao mercado, a Edge afirmou que o desenvolvimento do projeto e a definição final da alocação de capital estão sujeitos ao "Final Investment Decision" da Compass e aprovação dos órgãos competentes.

Uma das empresas mais novas pertencentes à Cosan, a Edge nasceu em 2024, englobando negócios que estavam sendo desenvolvidos na Compass, como o TRSP e uma planta de purificação de biometano em Paulínia (SP), em parceria com a Orizon.

A Edge compra GNL da Total. Energies para o terminal de regaseificação santista e também tem outros fornecedores em seu portfólio. A empresa atua ainda como comercializadora de gás e, nos últimos anos, fechou vários contratos no mercado livre com indústrias, principalmente no Estado de São Paulo.

A companhia tem buscado ampliar seus negócios de fornecimento de gás "off grid", distribuído por meio de caminhões criogênicos. A ideia é alcançar consumidores potenciais, principalmente indústrias e empresas de transportes, que não estão conectados à malha de gasodutos.

(Por Letícia Fucuchima. Edição de Tatiana Ramil)


Fonte: Portal do Holanda

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