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Diretora-gerente do FMI diz que ainda não há sinais de desaceleração global, mas riscos são altos

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que a economia global resiste aos impactos da guerra no Oriente Médio, sem sinais de desaceleração.

Georgieva destacou o acordo entre Estados Unidos e Irã como um avanço, mas alertou para riscos de intensificação do conflito e interrupções no abastecimento.

O FMI divulgará uma previsão atualizada em 8 de julho, com cenários que incluem um crescimento do PIB global de 2,5% em 2026 no cenário adverso.

WASHINGTON, 15 Jun (Reuters) – A economia mundial vem, até o momento, resistindo ao choque da guerra no Oriente Médio, apesar do aumento nos preços das commodities, da inflação mais elevada e das tensões nas condições financeiras, sem sinais, até o momento, de uma desaceleração global, afirmou na segunda-feira a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva.

Georgieva saudou o acordo anunciado no domingo entre os Estados Unidos e o Irã para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, mas alertou em um novo post em um blog que uma intensificação do conflito e das interrupções no abastecimento representam um “risco claro para o crescimento global”.

O FMI divulgará uma previsão atualizada em 8 de julho. Em abril, o FMI apresentou três cenários para o crescimento do PIB global em 2026 e 2027, com seu “cenário adverso” intermediário prevendo uma desaceleração do crescimento para 2,5% em 2026 e uma inflação geral de 5,4%.


Fonte: Portal do Holanda

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