Mundo

Comportamento da Argentina na final da Copa do Mundo é “intolerável”, diz técnico da Espanha

O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, criticou a conduta dos jogadores argentinos após a derrota na final da Copa do Mundo, chamando-a de "intolerável".

Leandro Paredes iniciou um confronto com jogadores espanhóis, resultando em uma briga que exigiu separação física das equipes e a intervenção do técnico argentino, Lionel Scaloni.

A Fifa abriu uma investigação sobre o incidente, nomeando um promotor disciplinar e de ética para apurar as circunstâncias da briga.

24 Jul (Reuters) – O técnico da Espanha, campeã da Copa do Mundo, Luis de la Fuente, ficou chocado com a conduta dos jogadores da Argentina após a derrota por 1 x 0 para os espanhóis na final de domingo, que levou a uma briga entre as duas seleções e desencadeou uma investigação da Fifa.

Ao apito final, o meio-campista argentino Leandro Paredes entrou em confronto com vários jogadores espanhóis, incluindo o zagueiro Eric García e o meio-campista Gavi, dando início à briga. As equipes tiveram que ser separadas fisicamente, com o técnico da Argentina, Lionel Scaloni, tentando acalmar os jogadores.

A Fifa nomeou um promotor disciplinar e de ética para investigar o incidente.

“Acho isso intolerável e inaceitável vindo de jogadores desse calibre, que eu vinha elogiando nos dias anteriores e que têm um técnico magnífico”, disse De la Fuente à emissora pública espanhola TVE na quinta-feira.

“Quero destacar nosso comportamento diante desse tipo de agressão e provocação. Nossos jogadores sempre mantiveram a compostura e se comportaram como verdadeiros profissionais.”

A Reuters entrou em contato com a Associação de Futebol Argentina para obter um comentário sobre as declarações de De la Fuente.

O assistente técnico da Argentina, Roberto Ayala, pediu desculpas na quarta-feira por seu envolvimento na briga que ocorreu após a final.

De la Fuente, que também levou a Espanha ao título da Eurocopa em 2024, disse que comandar a seleção nacional na Copa do Mundo de 2030, co-sediada pelo país, será “a maior fonte de orgulho para qualquer técnico”.

(Reportagem de Chiranjit Ojha, em Bengaluru)


Fonte: Portal do Holanda

Leia a matéria original

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *