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Ceferin, da Uefa, descarta comandar Fifa; Infantino faz apelo a federações mais pobres

Gianni Infantino, presidente da Fifa, apresentou seu manifesto de reeleição, focando no apoio às federações de futebol mais pobres.

Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, descartou concorrer à presidência da Fifa, mas acredita na possibilidade de um candidato opositor.

A Uefa, junto com a AFC e a Concacaf, considera uma votação de desconfiança contra Infantino antes das eleições de março de 2024.

24 Ago (Reuters) – O presidente da Fifa, Gianni Infantino, apresentou no domingo seu manifesto para a reeleição como defensor das nações mais pobres do futebol, enquanto o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, descartou a possibilidade de concorrer contra ele, mas afirmou acreditar que haverá um candidato da oposição.

Quase um mês depois de Infantino ter apresentado sua proposta — agora abandonada — de criar um órgão comercial para os direitos dos torneios da Fifa e vender 20% a investidores privados, a batalha pelo futuro da governança global do esporte mais popular do mundo continua acirrada.

A Uefa, órgão regulador europeu, apoiada pelos blocos regionais da Ásia (AFC) e da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), tem liderado a oposição, e Ceferin sugeriu que Infantino deveria se retirar da disputa.

“Há duas opções”, disse ele ao podcast “The Rest Is Politics: Leading”.

“Uma opção é que ele perceba que não tem apoio, e isso não se refere apenas ao apoio político daqueles que votam, mas ao apoio político da comunidade do futebol, dos torcedores, dos jogadores, ex-jogadores e treinadores."

“E a segunda opção é que ele concorra às eleições em março, mas, nesse caso, acho que ele terá um candidato contra ele. Ainda não sei quem.”


Fonte: Portal do Holanda

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