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Breve passagem de Hervé Renard como técnico da Tunísia chega ao fim após eliminação na fase de grupos

Hervé Renard anunciou sua saída como técnico da Tunísia após a eliminação da seleção na fase de grupos da Copa do Mundo.

A Tunísia não conquistou nenhuma vitória no torneio, sofrendo 12 gols e estabelecendo um novo recorde negativo.

A seleção chegou ao Mundial com expectativas altas, mas a campanha desastrosa resultou na demissão de Sabri Lamouchi e na contratação de Renard.

4 de julho (Reuters) – – Hervé Renard anunciou neste sábado que está deixando o cargo de técnico da Tunísia, após a seleção norte-africana ter sido eliminada da Copa do Mundo ainda na fase de grupos.

“Minha aventura termina aqui”, escreveu o técnico de 57 anos no Instagram, agradecendo à Federação Tunisiana de Futebol pela oportunidade de comandar a seleção na Copa do Mundo.

Renard disse que representar a Tunísia foi “uma honra” e que a experiência ficaria gravada em sua memória.

A troca de técnico no meio do torneio não conseguiu ressuscitar a campanha da Tunísia na Copa do Mundo, com Renard incapaz de melhorar os resultados de seu antecessor, Sabri Lamouchi.

A derrota por 3 x 1 para a Holanda na última rodada da fase de grupos confirmou a eliminação da Tunísia sem uma única vitória.

A Tunísia chegou ao torneio com grandes expectativas, após terminar as eliminatórias sem sofrer um gol.

Sua campanha na Copa do Mundo, no entanto, desmoronou rapidamente, levantando questões sobre os futuros rumos da seleção.

A Tunísia sofreu 12 gols na fase de grupos do torneio ampliado para 48 seleções, estabelecendo um novo e indesejado recorde na Copa do Mundo.

A marca anterior era da Costa Rica, que foi vazada 11 vezes na Copa do Mundo de 2022.

A derrota por 5 x 1 para a Suécia na estreia da Tunísia expôs grandes falhas defensivas e levou à demissão de Lamouchi após apenas uma partida.

A contratação de Renard não conseguiu estancar a sangria. A Tunísia sofreu uma derrota por 4 x 0 para o Japão em sua segunda rodada.

Renard disse que a derrota para o Japão o deixou “envergonhado”.

(Reportagem de Ashraf Hamed Atta)


Fonte: Portal do Holanda

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