Árbitro somali impedido de entrar nos EUA para a Copa do Mundo receberá cachê integral da Fifa
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan receberá o cachê integral da Fifa, apesar de ter sido impedido de entrar nos EUA para a Copa do Mundo.
O governo Trump negou a entrada de Artan devido a supostas ligações com organizações terroristas, segundo informações oficiais.
Artan, eleito o melhor árbitro africano de 2025, foi recebido como herói em seu retorno e apitará a Supercopa da Europa em agosto.
MIAMI, 14 de junho (Reuters) – O árbitro de futebol somali Omar Abdulkadir Artan, a quem foi negada a entrada nos Estados Unidos para apitar a Copa do Mundo, receberá o valor total de sua remuneração pelo torneio.
O governo Trump afirmou que os Estados Unidos negaram a entrada de Artan para a Copa do Mundo devido às suas ligações com “suspeitos de pertencerem a organizações terroristas”.
Uma fonte com conhecimento do assunto disse que, apesar de Artan não participar da Copa do Mundo, a Fifa se comprometeu a pagar seu cachê.
Artan, eleito o melhor árbitro africano do ano em 2025, estava prestes a se tornar o primeiro somali a apitar o maior evento do futebol mundial, mas foi barrado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.
No entanto, ele foi recebido como herói quando voltou para casa, e a entidade europeia de futebol Uefa o selecionou para apitar a Supercopa da Europa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa em agosto.
(Reportagem de Rohith Nair em Miami)
Fonte: Portal do Holanda

