Algumas embarcações se recusam a realizar travessias pelo Estreito de Ormuz sob escolta militar dos EUA, dizem fontes
Empresas de navegação estão evitando o Esquema de Separação de Tráfego no Estreito de Ormuz devido a preocupações com a segurança após ataques iranianos.
A Guarda Revolucionária do Irã assumiu a responsabilidade por ataques a dois superpetroleiros dos Emirados Árabes Unidos, aumentando os temores no setor marítimo.
A porta-voz da Casa Branca, Olivia Wales, afirmou que o Estreito de Ormuz permanece aberto, apesar dos ataques, caracterizando as ações do Irã como terrorismo internacional.
Por Jonathan Saul e Renee Maltezou
LONDRES/ATENAS, 15 Jul (Reuters) – Empresas de navegação estão evitando utilizar um esquema de trânsito pelo Estreito de Ormuz orientado pelas forças militares dos EUA, depois que uma onda de ataques iranianos a embarcações gerou preocupações com a segurança, segundo sete fontes do setor de segurança marítima e do setor de navegação.
Durante décadas, os navios entravam e saíam do Golfo Pérsico utilizando um conjunto seguro de rotas no meio do estreito, estabelecido pela agência de navegação da ONU em 1968 e conhecido como Esquema de Separação de Tráfego.
Fonte: Portal do Holanda

