Mundo

Abramilho avalia que novo acordo sobre biomassa pode inviabilizar usinas de etanol em MT

A Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) alerta que novas regras sobre biomassa podem inviabilizar investimentos em usinas de etanol em Mato Grosso.

O Termo de Compromisso Ambiental assinado prevê a eliminação gradual do uso de biomassa de supressão vegetal até 2030, gerando preocupações no setor.

A Abramilho propõe que empreendimentos possam utilizar biomassa de supressão autorizada por mais seis anos, antes da transição para florestas plantadas.

SÃO PAULO, 19 Jun (Reuters) – A Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) afirmou nesta sexta-feira que novas regras mais restritivas para o uso de biomassa para geração de energia nas caldeiras de usinas de etanol de milho poderiam inviabilizar novos investimentos e a expansão do setor, que está em franco crescimento no Estado.

Em ofício enviado ao Ministério Público e autoridades do governo de Mato Grosso contra um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado entre as partes neste mês, a Abramilho afirmou ver com preocupação a eliminação, ainda que gradual, do "uso de biomassa oriunda de supressão vegetal legalmente autorizada para fins energéticos em Mato Grosso".

O termo foi assinado após um inquérito aberto no final do ano passado para investigar eventuais ilegalidades na utilização da matéria-prima vegetal nas caldeiras.


Fonte: Portal do Holanda

Leia a matéria original

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *