‘Ferramenta que vai impulsionar o esporte brasileiro’, diz ministro sobre Universidade Federal
Titular do esporte comentou sobre ações que fomentam a prática esportiva, como o projeto Arenas Brasil e a Lei de Incentivo ao Esporte
Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, o titular do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, celebrou a aprovação pelo Congresso Nacional da Universidade Federal do Esporte (UFEsporte).
Vamos fazer com que a Universidade fique de pé o mais breve possível e vamos, com certeza, levar ao povo brasileiro a formação de técnicos, de pessoal capacitado para tratar do esporte como ele merece”, destacou o ministro
Vamos fazer com que a Universidade fique de pé o mais breve possível e vamos, com certeza, levar ao povo brasileiro a formação de técnicos, de pessoal capacitado para tratar do esporte como ele merece”, destacou o ministro
A universidade terá sede em Brasília e planeja abrir campi inicialmente nas capitais das cinco regiões do país. O objetivo central é a formação de profissionais em áreas como gestão, arbitragem, treinamento e desenvolvimento de projetos públicos. O projeto que cria a instituição agora aguarda a sanção presidencial.
Paulo Henrique Cordeiro ressaltou que uma das principais demandas de profissionais na área esportiva é na área de gestão, que será impulsionada pela criação da instituição.
A nossa Universidade do Esporte é uma ferramenta que vai impulsionar o esporte no Brasil. Porque é uma instituição voltada para a formação de profissionais no esporte, nas diversas áreas, desde a gestão, a arbitragem, a técnicos e professores”, disse
A nossa Universidade do Esporte é uma ferramenta que vai impulsionar o esporte no Brasil. Porque é uma instituição voltada para a formação de profissionais no esporte, nas diversas áreas, desde a gestão, a arbitragem, a técnicos e professores”, disse
Segundo o ministro, o esporte universitário é o vínculo entre o esporte de base e o esporte de alto rendimento. Ele citou a parceria do Ministério do Esporte com a Confederação Brasileira de Esporte Educacional (CBDE) e a Confederação Brasileira de Esporte Universitário (CBDU), que fomenta torneios e campeonatos estaduais e municipais de esporte educacional e amador. “É assim que a gente consegue chegar no maior número possível de meninas e meninos, de jovens capacitados para entrar no alto rendimento, mudando assim a sua realidade socioeconômica, a realidade da sua família e de todo o nicho ao seu redor.”
A parceria com as confederações nacionais também foi definida pelo ministro como a ponte para levar os novos talentos ao programa Bolsa Atleta. “O Bolsa Atleta e o Bolsa Pódio já recebe esses jovens que estão chegando da transição da base para o alto rendimento, garantindo, assim, uma renda e uma tranquilidade para que eles possam desenvolver as suas atividades esportivas e brilhar efetivamente no mundo inteiro, levando o nome do Brasil e levando muita alegria para toda a nossa população”, pontuou.
Em 2024, ao completar 20 anos de existência, o Bolsa Atleta recebeu seu primeiro reajuste após 14 anos, um incremento de 10,86% nos repasses. Considerado o maior programa de patrocínio individual esportivo do mundo, ele atende hoje mais de 11 mil desportistas. Os pagamentos da principal categoria, a Bolsa Pódio, também foram ajustados e passaram a variar de R$ 5.543 até R$ 16.629 mensais, de acordo com o lugar dos atletas no ranking mundial.
Só de investimentos em obras e equipamentos de esporte, no ano de 2025, nós ultrapassamos R$ 3 bilhões e a ideia é que nós possamos avançar cada vez mais. Óbvio que nós sabemos das dimensões continentais do nosso país e nós sabemos também das necessidades que nós temos de levarmos esses equipamentos e esses projetos para as populações mais carentes. A ideia e o trabalho que nós desenvolvemos diuturnamente é para ampliar esses espaços”, ressaltou o ministro
Só de investimentos em obras e equipamentos de esporte, no ano de 2025, nós ultrapassamos R$ 3 bilhões e a ideia é que nós possamos avançar cada vez mais. Óbvio que nós sabemos das dimensões continentais do nosso país e nós sabemos também das necessidades que nós temos de levarmos esses equipamentos e esses projetos para as populações mais carentes. A ideia e o trabalho que nós desenvolvemos diuturnamente é para ampliar esses espaços”, ressaltou o ministro
Até o momento foram entregues 27 unidades. A previsão do Ministério do Esporte é alcançar 500 municípios com Arenas Brasil até o final de 2026.
Lei de Incentivo ao Esporte — Além disso, o ministro abordou a importância da Lei de Incentivo ao Esporte, que movimentou mais de R$ 1 bilhão através de renúncia fiscal em 2025. No final do ano passado, a lei se tornou permanente com a sanção da Lei Complementar nº 222/2025. A mudança transforma o incentivo fiscal ao esporte em uma política pública contínua, sem prazo de encerramento, e traz mais segurança para o planejamento de longo prazo de projetos esportivos no Brasil.
“A Lei de Incentivo ao Esporte precisa, efetivamente, ampliar o seu alcance. Mas, para isso, nós estamos trabalhando conjuntamente com os empresários, para que eles se conscientizem que essa é uma ferramenta fundamental para que nós possamos levar políticas públicas de esporte da maior qualidade possível para a nossa população.”
Fonte: Agência Gov / Governo Federal

