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Refinarias brasileiras alimentaram esquema ligado ao PCC, segundo fonte e documentos

Refinarias brasileiras, incluindo a Riograndense, venderam mais de 100 milhões de litros de nafta para a Petrodansk, investigada por ligação com o PCC.

A ANP identificou que a Riograndense enviou nafta sem o marcador químico exigido, dificultando a verificação de fraudes no combustível.

Os EUA designaram o PCC como "Organização Terrorista Estrangeira", aumentando os riscos legais para empresas que mantêm relações comerciais com a facção criminosa.

Por Fabio Teixeira e Ricardo Brito


Fonte: Portal do Holanda

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