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Trump diz que pilotos de helicóptero dos EUA que caiu no Estreito de Ormuz estão bem

Donald Trump afirmou que os dois pilotos do helicóptero Apache, que caiu perto do Estreito de Ormuz, estão "bem" e sem ferimentos.

A causa da queda do helicóptero ainda é desconhecida, sem confirmação se foi devido a fogo iraniano ou falha mecânica.

Irã e Israel suspenderam ataques mútuos após apelo de Trump, mas Teerã advertiu sobre a retomada das hostilidades se Israel continuar a atacar o Hezbollah.

Por Jarrett Renshaw e Tala Ramadan e Ahmed Elimam

WASHINGTON/DUBAI, 9 Jun (Reuters) – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que dois pilotos norte-americanos estavam “bem” após queda de seu helicóptero perto do Estreito de Ormuz, na sequência de uma notícia de que a tripulação de um helicóptero de combate Apache havia sido resgatada após cair nas proximidades da via navegável controlada pelo Irã.

Não ficou claro imediatamente se o Apache foi abatido por fogo iraniano, sofreu falha mecânica ou enfrentou algum outro problema, segundo reportagem do New York Times.

A Casa Branca, o Departamento de Estado dos EUA e o Comando Central dos EUA não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. Questionado se sabia o que havia causado a queda do helicóptero, Trump disse que um comunicado seria divulgado ainda na terça-feira.

“Os pilotos estão bem”, afirmou Trump, falando na pista do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, antes de retornar a Washington, D.C. “Ninguém ficou ferido.”

IRÃ E ISRAEL SUSPENDEM ATAQUES MÚTUOS

Irã e Israel anunciaram na segunda-feira que haviam suspendido os ataques mútuos após um apelo de Trump, voltando a um frágil cessar-fogo anunciado em 8 de abril.

Teerã advertiu, no entanto, que retomaria as hostilidades se Israel continuasse a atacar os aliados do Hezbollah no Líbano. Na terça-feira, as Forças Armadas israelenses emitiram uma ordem de retirada para a cidade libanesa de Tiro, antecipando-se a possíveis ataques.

A ordem incluiu o bairro cristão, uma área anteriormente excluída dos alertas de retirada. As Forças Armadas afirmaram que militantes do Hezbollah estavam operando na região, sem apresentar provas.

A campanha de Israel contra o Hezbollah no Líbano ajudou a desencadear as últimas trocas de mísseis entre Irã e Israel — o confronto mais direto desde o cessar-fogo de abril —, complicando a pressão de Trump para encerrar a guerra que EUA e Israel iniciaram em 28 de fevereiro.

Trump também disse a repórteres que poderia ter “uma ideia” para um acordo com o Irã dentro de alguns dias, sem dar mais detalhes. O presidente republicano, que enfrenta índices de aprovação em baixa recorde à medida que se aproximam as eleições de meio de mandato de novembro, tem frequentemente dado a entender que um acordo com Teerã está iminente, mas isso não se concretizou até o momento.


Fonte: Portal do Holanda

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