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Ucrânia volta a atacar São Petersburgo com drones após Putin rejeitar oferta de Zelenski

Moradores de São Petersburgo foram orientados a permanecer em casa após ataque de drones ucranianos, destacando a crescente capacidade de Kiev.

O presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, afirmou que seus drones percorreram 1.000 quilômetros até a região de São Petersburgo.

Vladimir Putin rejeitou proposta de encontro com Zelenski e anunciou reforço nas defesas aéreas russas após os recentes ataques.

Moradores de São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, foram orientados a não sair de casa após um ataque de drones ucranianos em grande escala ter atingido a cidade na manhã de sábado, 6, ressaltando a crescente capacidade de Kiev de atingir alvos em território russo, um dia depois de o presidente russo ter recusado um convite para se encontrar com seu homólogo ucraniano.

O governador de São Petersburgo, Alexander Beglov, aconselhou os moradores a não saírem de casa e alertou para possíveis interrupções no serviço de internet móvel, enquanto o governador regional, Alexander Drozdenko, afirmou que 141 drones foram abatidos sobre a região de Leningrado.

O Ministério da Defesa da Rússia informou que suas defesas aéreas abateram 376 drones ucranianos.

"Na noite passada, nossos drones percorreram uma distância de cerca de 1.000 quilômetros até a região de São Petersburgo – até os arsenais da marinha inimiga e uma base em Kronstadt", escreveu o presidente ucraniano Volodmir Zelenski sobre o ataque, nas redes sociais.

Embora não tenham sido relatadas vítimas de imediato, a nova incursão de drones a São Petersburgo representa o mais recente golpe constrangedor nos esforços do presidente russo Vladimir Putin para apresentar o conflito como um evento distante que não afeta o cotidiano dos russos.


Fonte: Portal do Holanda

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